Todos os aspectos de
personagens que citamos no site, não é motivo para segregar os atores. É importante
compreender que a indústria cultural e cinematográfica funciona visando as
margens de lucro e gere o negócio mundialmente famoso seguindo os padrões
estabelecidos. Por isso, quando pensamos em cinema usamos como objeto de estudo
Hollywood e não o cinema nacional. Em escala mundial a máquina de sonhos, que
produz inúmeros sucessos que são recordes de bilheteria, é o cinema americano.
Posteriormente, em um estudo mais aprofundados, pode-se pensar Bollywood, o
cinema indiano que também elabora filmes incríveis. Mas, voltando para a
produção da América, vamos pensar a vida por trás das câmeras. O tema mulheres
no cinema aborda as grandes personagens e agora precisa pensar nas atrizes e
outras mulheres nos bastidores que fazem tudo funcionar.
Primeiramente vamos
destacar a diferença salarial que emprega homens e mulheres em categorias
iguais mas salários diferentes. Os atores ganham mais do que as atrizes, é um
fato. Porém existem vagas que são quase exclusivas dos homens, monopolizadas
pelo machismo e em casos de liderança minimamente ocupados por mulheres.
Analisando a margem de contratação e empregos nos bastidores desde 1998 até
2012, percebe-se que o número de mulheres contratadas varia de 9% à 25% por
cento em relação aos empregados homens.
O salário das atrizes
também tem diferença, enquanto a participação nos lucros de um filme para um
homem é de 9%, para uma mulher é de 7%. Essa avaliação é um caso isolado do
filme ‘A trapaça’, em que foi descoberto por um grupo de rackers o e-mail da SONY
Movies falando sobre a bonificação da atriz Jennifer Lawrence e do ator
Christian Bale.



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