terça-feira, 14 de fevereiro de 2017

A DESIGUALDADE DE GÊNERO NA VIDA REAL

Todos os aspectos de personagens que citamos no site, não é motivo para segregar os atores. É importante compreender que a indústria cultural e cinematográfica funciona visando as margens de lucro e gere o negócio mundialmente famoso seguindo os padrões estabelecidos. Por isso, quando pensamos em cinema usamos como objeto de estudo Hollywood e não o cinema nacional. Em escala mundial a máquina de sonhos, que produz inúmeros sucessos que são recordes de bilheteria, é o cinema americano. Posteriormente, em um estudo mais aprofundados, pode-se pensar Bollywood, o cinema indiano que também elabora filmes incríveis. Mas, voltando para a produção da América, vamos pensar a vida por trás das câmeras. O tema mulheres no cinema aborda as grandes personagens e agora precisa pensar nas atrizes e outras mulheres nos bastidores que fazem tudo funcionar.

Primeiramente vamos destacar a diferença salarial que emprega homens e mulheres em categorias iguais mas salários diferentes. Os atores ganham mais do que as atrizes, é um fato. Porém existem vagas que são quase exclusivas dos homens, monopolizadas pelo machismo e em casos de liderança minimamente ocupados por mulheres. Analisando a margem de contratação e empregos nos bastidores desde 1998 até 2012, percebe-se que o número de mulheres contratadas varia de 9% à 25% por cento em relação aos empregados homens.



O salário das atrizes também tem diferença, enquanto a participação nos lucros de um filme para um homem é de 9%, para uma mulher é de 7%. Essa avaliação é um caso isolado do filme ‘A trapaça’, em que foi descoberto por um grupo de rackers o e-mail da SONY Movies falando sobre a bonificação da atriz Jennifer Lawrence e do ator Christian Bale. 

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