O termo criado
por Nathan Rabin, um crítico de cinema, se baseou na personagem de Kirsten
Dunst no filme Elizabeth Town. Ele o descreveu
como “aquela criatura cinematográfica borbulhante, rasa que existe apenas na
imaginação febril de escritores- diretores sensíveis para ensinar jovens
profundos a abraçar a vida e seus infinitos mistérios e aventuras. “Ou seja, é
uma personagem mulher cheia de caraterísticas apaixonantes, mas
semhistória própria. Ela está ali só pra inspirar a vida do personagem
masculino. Ela mostra músicas novas, força ele a ter aventuras e sair da sua
zona de conforto. Ela é a “cool girl” que chegou na vida do cara e fez ele
finalmente perceber que nem todas as garotas são iguais.
Obs: Por que isso é um problema? Porque são personagens que poderiam ser muito legais, se o roteiro se aprofundasse na história individual de cada uma, fora da visão que o personagem masculino tem sobre ela.

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