Mulheres
cujas vidas se transformam com um bom trato no visual.
Exemplos: Uma Linda Mulher, Diário de uma Princesa, Casamento
Grego.

Mulheres deslumbrantes, mas
desastradas
Exemplos: É Pura Sorte, Casa Comigo?,
Sorte no Amor, Enrolados, New Girl, Maldita Sorte.
Sorte no Amor, Enrolados, New Girl, Maldita Sorte.
Mulheres que privilegiam a
carreira em detrimento da vida pessoal (e descobrem que são terrivelmente
infelizes por isso)
Exemplos: A Proposta, Sem Reservas e o Diabo veste Prada.
Mulheres que largam tudo pelo ‘verdadeiro’ amor
Exemplos: Tudo para ficar com ele, Sintonia de Amor, Casa Comigo?, Escrito nas Estrelas e Ele não está tão afim de você.
Mulheres que se voltam umas
contra as outras
Exemplo: Noivas em Guerra, A Sogra e
O Casamento do Meu Melhor
Amigo.

Mulheres que não conversam
entre si (e se conversam, é sobre homem)
Exemplos: A Rede Social, Trilogia Star Wars (original), Trilogia
Senhor dos Anéis, Piratas do Caribe, TombRaider, Millenium: Os Homens que não
amavam as mulheres, 500 Dias com Ela e Como se Fosse a Primeira vez .
(Citação do site //nódeoito.com.br)
A problemática neste aspecto do cinema
contemporâneo está no fato de que os personagens tão aclamados pela mídia
distorcem uma realidade utópica onde o discurso e representação é limitada. As
minorias quase nunca são os “heróis” da trama e ficam em papéis de coadjuvantes
para contextualizar um ambiente cotidiano onde suas vivências, opiniões e
expectativas não importam. Enquanto esses indivíduos estiverem ali para preencher uma lacuna estereótipo,
o ciclo de opressão se repetirá.


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